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Mostrando postagens com o rótulo represas do tempo

A Hora Cheia

http://www.colecaodjalo.contactin.bio/               Ancestralidade e Corpo Os bakongo concebem o Tempo como "O Movimento da Energia Consciente dentro da Matéria Biológica/Corpo, no caminho tanto individual, quanto do ciclo cósmico universal da vida e dos sistemas sociais". (FUKIAU) . Falar sobre o tempo é falar sobre suas “REPRESAS DO TEMPO” (nascimentos, guerras, casamentos, funerais, pandemias, caçadas, colheitas e assim por diante). Assim, ESTAR NO TEMPO não é APENAS IR ATRAVÉS DELE, mas também experimentar a vida caminhando pelas REPRESAS DO TEMPO. Dentro dos movimentos do tempo, estamos vivendo o que o povo bakongo chama de Explosão de uma grande "REPRESA DO TEMPO" ("n´kama mia ntangu"), momento que é um marco. Estamos vivendo um marco para todas as pessoas do mundo. Estamos presentes no próprio tempo? Estamos "Afinados com o fluir da energia viva, compartilhando sua melodia?" (FUKIAU) "Estou no tempo presente a fim de entender o ...

Ngolo Zandiâkina: O Poder da Auto Cura

http://www.colecaodjalo.contactin.bio/ MUNTU . O Ser Humano . Cosmograma Bakongo . Dikenga O Tempo está dentro de nós porque nós, como parte do Universo, Somos Parte do Tempo.  Nós somos o Tempo porque Somos "N'kama Mia Ntangu" , as Represas do Tempo. Nós Somos o Tempo porque Somos Sementes do Tempo.  O Tempo do Cosmos reflete o Tempo da Natureza, que reflete o Tempo Natural, que reflete os Ciclos das Relações entre os Seres Humanos, que refletem os Ciclos da Natureza dentro dos Ciclos Humanos.  O Mestre Fu Kiau nos diz: "Uma Semente bem constituída, vinda de uma árvore saudável, forte e bonita vai germinar com energia. Vai crescer forte, saudável e se tornar uma árvore produtiva!" Como sementes, podemos crescer fortes, saudáveis, mas pode que pelos caminhos da vida, também possamos adoecer e ficar fracos.  Somos Sementes Árvores Sementes. Assim, Nossas Comunidades e Nações são Florestas. Uma floresta é vasta e diversa. Não é um...

Mestre Môa do Katendê e as Represas do Tempo

Moa do Katendê O povo bakongo diz que onde não há  mambu  (dúvidas, conflitos, problemas) o tempo não está se movendo: assim como não existe  moyo  (vida).  Apenas quando os fatos  (dunga)  acontecem, as “coisas” se movem e o caminho da linha do tempo torna-se clara.  Mataram Mestre Môa do Katendê!!!  Mande tocar Iúna, na boca da mata, que hoje o céu e a terra choram, a Bahia e todos nós choramos,  Chora o couro, a cabaça, chora o agogô! Mataram a mim, mataram você. Mataram nossos avós. Mataram nossos vizinhos. Mataram até a moça que vende pipoca no Jardim.  Estão nos matando a cada dia. Mulheres, Pretas, Pretos, Homossexuais, Travestis, Idosos, Pobres, Analfabetos, Crianças ...  E ninguém se atreve a chamar de guerra o que estamos vivendo.  Enquanto isso, a faca cortou a pele macia do mestre. E foram doze!!! As facadas pelas costas. Coisa de capitão do mato, ecos coloniais que se estendem e...