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Árvore da Memória: Elaine Una

Estamos aqui nessa terra sagrada que é Pernambuco, debaixo de um tamarineiro centenário e estou muito feliz, ao lado de uma mulher muito especial, que vai partilhar com a gente um pouco de suas histórias! Debaixo de um tamarineiro centenário, fomos ouvir as histórias de Elaine Una Meu nome é Elaine Una, na verdade meu nome é Elaine Gomes, mas essa coisa do Una veio já  dessa busca destas memórias dessa minha relação indígena brasileira ... Eu fui conversando com as pessoas da minha família para tentar entender de onde a gente vinha, porque minha avó fenotipicamente era indígena e essa memória se perdia na minha família e as pessoas não conversavam sobre essa grande diferença que existia entre as feições e os traços dela e do meu avô, que já tinha o fenótipos de branco, português… E as pessoas tratavam com muita naturalidade, chegando até a mim essa mistura eu fiquei interessada em saber … E aí conversando com algumas pessoas da minha família, me diziam "A gente veio d...

Do outro lado de cá: O Sistema Caboclo

dikenga e o sistema caboclo Por que este encontro aconteceu na Zona da Mata?   Por que em terra de caboclo?  Por que conexões Mandinga - Ginga - Linha de Kalunga ? Foi assim que Joab Jo falou: "Tentam diasporar nosso corpo, mas nosso corpo não pode ser diasporado. O Corpo não é o corpo. Só não existe. O pinote não é só pinote. O pinote é o pinote. A capoeira não é só pinote. Não é só pulo. A capoeira pensa." O corpo é o que não nos deixa perder de nos mesmo. A gente não perde o corpo nunca. A colonização tentou nos separar de nosso próprio corpo." (Joab Jo) "Não existe opressão que não atravesse o corpo" (Eduardo Oliveira) Ataques a corpos que não se deixam docilizar. As historias de vida é a cura dos sistemas estruturados para oprimir. Todos temos nossas narrativas.  O Jogar capoeira é como parir.  Pertencimento, Colonialismo . É muita gente violentada. É muito corpo violentado. Se não percebemos os mecanismos de violência não ...

Vivências de cantos e ritmos da cultura popular brasileira

vivência de cantos e ritmos da cultura popular do Brasil com Mo Maiê Amigos, amigas, estou começando a abrir vivências de cantos e ritmos da cultura popular do Brasil, individuais ou em grupo,   c om base em pedagogias de oralidade griô e "claveconsciência" (desenvolvida pelo maestro Letieres Leite) . As vivências serão flexíveis de acordo com o nível e expectativa dos interessados, sendo que estudaremos história, fundamentos, repertório e preparação vocal, sendo também possível construirmos alguns instrumentos de percussão e cordas africanos ou afro-brasileiros. Entrem em contato! Compartilhem!