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Mostrando postagens com o rótulo mo maiê

Sonora Barcelona 2016. Sonora Hispana.

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El Festival Sonora - Ciclo Internacional de Compositoras surgió en el año de 2016, con el objetivo de visibilizar, promover y legitimar la presencia de la mujer compositora en el panorama musical contemporáneo. Desde el més de julio fueran más de 150 conciertos con cantautoras de Latino América, África y Europa. 
La edición Sonora Barcelona se pasó en el dia 29 de octubre, en la Asociación Freedónia (Raval). Con pocket shows de las cantautoras Liviana Mauretti, Yaiza Rodriguez, Jabu Morales, Marieta, Mo Maiê, Stefanie Ringes, Nêga Lucas y Carla Cruells.

Al final de los conciertos hubo una jan session, con la participación de musicistas y cantautoras que conocieron el movimiento a través de divulgación, como Yolanda Cañardo y Jaqueline Oliveira.


Para aquellos amantes de la música de calidad, la buena notícia es que la Productora MOIRAS está realizando la colecta de composiciones de cantautoras de todas las ediciones del Sonora en el 2016.

Serán lanzados 5 álbuns de la compilación Sonora en…

Maxixe das Águas de Oxum

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Um maxixe com ares de outrora!!!! Que prazer poder tirar da gaveta uma música que nasceu das águas mineiras, ainda por cima acompanhada dessa super musicista & compositora Pamelli Marafoni no piano:::: detalhe da parte cantada: co.autoria do poeta baiano Déi Nascimento


Djalô: nomad music experience convida Makely Ka

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Venha e traga seus rios, pontes, vulcões incandescentes, pororocas, sua lama ... suas paisagens sonoras esquecidas para mergulhar numa viagem sinestésica com o projeto "Djalô - Nomad Music Experience" - uma experiência musical interativa e nômade, atravessando as polifonias do mundo, com a participação especial do compositor Makely Ka (BH).
Um encontro transcendental com Ticopercuteria, Tiago Valentim, Mo Maiê, KGB, Dj Pátrida e VOCÊ!




ampliar caixa acústica ressonante, interromper processos hipnóticos sonoros-atemporais, buscar origem dos sons fundamentais
Makely Ka::: Makely Ka é um dos principais compositores de sua geração, com mais de setenta canções registradas em CD por diversos intérpretes no Brasil e no exterior. Ao lado dos parceiros Kristoff Silva e Pablo Castro, lançou o CD “A Outra Cidade” em 2003, considerado pela crítica especializada como uma das dez melhores produções do ano. Ao lado da cantora Maísa Moura, uma das grandes intérpretes da nova geração de cantora…

Histórias Iluminadas

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Oficina Ciranda da Terra em Morro de São Paulo

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A Bahia para mim é e sempre será uma grande mãe. A cada dia em que passo vivendo por aqui em meio a esses arquipélogos sem fim me apaixono mais e me sinto responsável pelo futuro dessa terra e do nosso Brasil. Aqui estou em Morro de São Paulo, na Escola Municipal Nossa Senhora da Luz, aprendendo com crianças, professoras, comunidade. 
Quem somos? De onde viemos? Pra onde queremos ir? Quais as histórias que nos contaram nossos pais, avós, nossas mães e vizinhas? Quem somos? Quem queremos ser?
A oficina Ciranda da Terra e a senda griô foi que me trouxeram até aqui. Cheguei acompanhada de Janete Volmeri, uma grande mulher da cidade de Valença, uma historiadora, uma griô, guerreira da cultura local, que desde ontem vem alimentando minha alma com causos e mais causos da região, o Baixo Sul da Bahia. A costa por trás da Bahia de Todos os Santos, terra de muito dendê (herança trazida pelos ancestrais africanos) e de muita mistura.
Abaixo algumas fotos do primeiro encontro com as crianças da Esco…

III Vivência Griô na Casa da Aranha: Oficina de Xequerês

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Dia 1 de maio vai rolar uma vivência de confecção de xequerês na Casa da Aranha (Ilha de Itaparica), como parte das programações da III Vivência Griô, que dessa vez vai rolar em parceria entre o Terreiro de Griôs e o Maracatu Ventos de Ouro. Tecer um xequerê é como tecer a própria rede da vida, é um mergulho profundo em nossa ancestralidade, em nossa feminilidade, em nosso inconsciente coletivo, através do contato com a linha e as formas das geometrias sagradas. + sobre a oficina: Que tal fazer seu próprio xequerê e conhecer mais sobe as origens e possibilidades sonoras desse instrumento de percussão tão versátil? A vivência ensinará passo a passo como confeccionar um xequerê ou agbê, mostrando as diversas formas de trançar a rede e algumas maneiras de tocá-lo. IMPORTANTE: PARA PARTICIPAR DA VIVENCIA DE XEQUERES, É NECESSÁRIO CONFIRMAR A PRESENÇA E REALIZAR O PAGAMENTO DA INSCRIÇÃO ATÉ O DIA 25 DE ABRIL (segunda-feira) PARA A COMPRA DO MATERIAL NECESSÁRIO (CABAÇAS, FIOS E MIÇANGAS OU SEME…

Festival Ponta de Areia REÚNE ARTISTAS DE MINAS E BAHIA EM SALVADOR

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Homenageando cinco décadas de desativação da estação ferroviária que ligava o porto e o mar, a partir do município Ponta de Areia, o evento acontece nos dias 01, 15, 29 de abril e 13 de maio, na Troppos.

“Ponta de areia, ponto final/ Da Bahia Minas, estrada natural ...” recorda Milton Nascimento, da estrada de ferro arrancada 50 anos atrás. 
O Festival Ponta de Areia – Mostra de Compositores, uma homenagem a uma das estações que mais inspirou artistas da música popular brasileira, reúne artistas da cena independente soteropolitana e convidados mineiros em apresentação solo nos dias 01,15, 29 de abril e 13 de maio, na Tropos Coworking – Rio Vermelho. 
A primeira edição do projeto conta com a participação de Ian Lasserre, Jadsa Castro, Ronei Jorge, Filipe Lorenzo (BA), Mo Maiê, Ana Luisa Barral, Deh Mussulini e Gustavito (MG).

Cantos de Kalunga no Armazém da Glória

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No dia 19 de março a musicista marianense Mo Maiê lançará o seu show Cantos de Kalunga no charmoso Armazém da Glória, em Passagem.


O show foi criado durante os quatro anos em que a artista vive em Salvador (BA), inspirada pela grande Kalunga, palavra banto que quer dizer "oceano". "Cantos de Kalunga" é um convite à travessia entre dois mares, a penetrar no desconhecido absoluto em busca de tentar entender a própria vida. Traz dez composições musicais, explorando sonoridades do canto e da percussão de encontro com a música eletrônica, o jazz e a música do noroeste da África. Estarão presentes a percussionista argentina Jorgina Oliva (ARG) e o Dj Pátrida (MG) e mais participações especiais!Outra surpresa da noite será o lançamento do livreto de cordel "Dalma e Franciso" do poeta baiano Osmar Tolstói. O cordel conta a história de amor entre uma lagoa e um rio. Para conhecer mais o trabalho do poeta, acesse: http://proseandoeversando.blogspot.com.br/ .

diário de calunga n#11

Ó maezinha, minha linda calunga.... não nos deixe esquecer do que não deve ser esquecido..... limpa nossos corações com suas pérolas, conchas, algas e baleias. Mãe, banha-nos com seu amor de mãe que não tem fim, como suas águas revoltas, tranquilas, límpidas, selvagens.
Essa música é uma versão Demo de Navio negreiro, com arranjo criado coletivamente por Ubuntu Africanias Matheus Leite: trombone Tuca Costa Costa: Guitarra Jorgelina Olivana Oliva: djambé
Emillie Lapa LapaLapa: baixo Luedji Lunai Luna: canto coral Thalita Batuka Batuk: dunumbá Mo Maiê: canto
https://soundcloud.com/momaie/navio-negreiro-mo-maie-ubuntu-africanias

Diário de um canto de calunga n#9

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Diário de Calunga n#9: (devaneios durante ensaio para o carnaval)
Não me trate como um corpo! Nem me julgue como se eu fosse só de uma cor!
Os sussurros da noite se aninharam em meu ventre. E me deixei levar pelos caminhos sombrios da floresta. Ao seu redor, uma revoada de corvos e espíritos da escuridão trazendo todo o vazio do fundo do mar. Foi aí onde me pus de cócoras. E assim foi que pari centelhas, faíscas cósmicas, embrulhadas em assombrações, diluindo pouco a pouco toda a solidez do pavor e do espanto. O sol do deserto queimou a pele de seu rosto e lhe deu de volta o calor que havias perdido. Dei-te um beijo de aroeira. Molhei-te os lábios com o bálsamo melado da surpresa. Não te conhecia até que te gerei dentro dessa válvula forte que insiste em resistir.


Diários de Calunga n#8: 
pinaúna é um tipo de rosa do mar cheia de espinhos. O mar já era antes de nós ser . de dentro de cascas de pinaúnas nasceram terras distantes e as primeiras sementes também. Com sua faca afiada…

OJÁ: AfroFunkJazz

Acho bom começar assim: invocando toda a positividade de ALÁFIA: Caminhos abertos! Os ciclos vitais podem se estender infinitamente numa espiral geometricamente sagrada. E, se muitos são os tempos de fora, tantos muitos outros são os tempos de dentro... Prosa poética.  2012. 2013. 2014. 2015. Foram quase quatro anos.Para que o corpo entendesse o que é Salvador da Bahia. O cheiro e o gosto do dendê. Os colares da baiana. Faixas de pedestres. O suor que gruda no corpo. O silêncio em frente ao mar. A roda. O poder do atabaque. A força da cor da pele. A pele. O samba na roda. A roda. O acassá. Os mestres. As mestras. A lata do menino. A vela. A roda. Goteiras. Pingueiras. Doideiras. Guetos. Prédios. Favelas. Toda sorte de ônibus. E até uma linha de trem. O tempo de estranhamento. O tempo de paixão. O tempo de aceitação. O tempo de florescimento. O tempo de amadurecimento. O tempo de doação.
Uma música que nasceu de uma poesia. Que nasceu com a criatividade explosiva do Coletivo Vira Saia, em 2…